KPI: Obsolescência

Esta é a história de Manuel, chefe da manutenção mecânica de uma central eléctrica.

Um belo dia, de manhã cedo, um estrondo, o alarme toca: os rolamentos do motor 95XP3.1 sobreaquecem. tinha rachado a tampa traseira de um motor elétrico. Nervos.

Problemas.

Naquela manhã, Manuel, para além de ter de analisar todas as ordens de trabalho, assistir a reuniões inúteis e ouvir os desejos de reforma do seu colega Jesús, tinha outro problema.

Telefonema para o fabricante e a temida resposta: peça obsoleta.

E peça obsoleta significa substituição de todo o equipamento. E substituição de equipamento significa burocracia, licenças, estudos, comparações de orçamentos, reuniões, atrasos, custos.

Custa sempre.

E depois, meses mais tarde, trazem o equipamento, não cabe no banco e têm de gastar mais 10 000 euros. Nesta altura, Manuel compreende o seu colega Jesús e pergunta-se quando chegará a sua reforma.

Mas, naquela manhã, Manuel não queria pensar que a única solução era substituir. Tinha de haver outra solução.

Ao procurar, encontrou este sítio Web e telefonou-nos a pedir, com muito pouca fé, quase nenhuma, se pudéssemos produzir uma cobertura de motor descontinuada.

Imaginem a cara dele quando lhe pedimos simplesmente que transmitisse os requisitos legais (nós sentimo-los) e deixasse tudo nas nossas mãos.

O que é que fizemos?

É claro que, para Drukatt, essa substituição não era apenas tecnicamente viável, mas também envolvia uma poupança de 60% em relação ao seu plano A (compra e instalação de outros equipamentos).

Esse dia poderia ter sido um dos piores do ano para Manuel, mas não foi.

Simples: produzimos a substituição digital, fabricámos a peça em fundições híbridas a partir do mesmo material de origem e fornecemos-lha com toda a documentação exigida pela fábrica. E ele estava seguro de que, se isso acontecesse com qualquer um dos outros três motores em serviço, parte do trabalho estava feito.

Moral: Peça obsoleta? Drukatt.

É este o seu caso?