KPI: Fiabilidade (MTBF)

Rafael, responsável pela fiabilidade eléctrica numa empresa multinacional, tinha um compressor na sua máquina que podia partir a qualquer momento.

Se estes ventiladores falhassem, havia uma grande paragem, perdas, correria, nervosismo. É por isso que já tinham “mudado para a manutenção preventiva” há algum tempo. Mas, como sabe, a manutenção preventiva tem custos significativos associados se o MTBF for curto.

Vamos ao que interessa, um dia, Rafael recebeu uma proposta de uma empresa de engenharia. Disseram-lhe que a engenharia fazia as coisas de forma diferente, a inovação, a impressão 3D a digitalização de peças….

Tudo lhe soava a grego e ele rejeitou-os. Não estava com disposição para experiências.

Mas essa engenharia não foi descartada, porque essa engenharia podia prever o futuro e, nesse futuro, viu Rafael e os seus colegas com um grande problema iminente, mas também viu outro futuro muito mais promissor.

Por isso, a engenharia insistiu, Desta vez, cara a cara e ali, Rafael compreendeu que estas pessoas não só não vinham de Marte como falavam perfeitamente a sua língua e que só lhe ofereciam uma solução duradoura.

Essa engenharia (Surpresa!) era Drukatt, que fez a mesma ventoinha de um metro a partir de um molde impresso em 3D. depois fundi-lo em latão, maquiná-lo, juntá-lo ao casquilho, equilibrá-lo e entregá-lo.

Resultado: o equipamento ainda não falhou e não causou qualquer paragem para manutenção.

E Rafael e os seus colegas têm outros problemas, mas não esse.